Rede social, família e a minha conexão com o caulim

A muito tempo eu queria contar mais sobre a minha vida. Queria compartilhar os aprendizados que tive com ela.

Me faltava coragem. Me sentia envergonhado por ter que expor um lado que não costumo mostrar. Contudo esse sentimento vem mudando depois que tive minhas filhas.

Estou com vontade de deixar indexado para elas conhecerem no futuro as histórias que vivi e que me orgulham.

Por este motivo criei este post. Ele é o início de uma jornada onde contarei os aprendizados que obtive ao me relacionar com meus familiares.

 

Áudio para contar a conexão do caulim com a minha vida

Ainda não defini o formato que usarei para esta empreitada, mas início este momento com um conteúdo em áudio por que foi a mídia que achei mais adequada para contar a história da minha família no projeto Jari.

Eu também gosto da ideia de oferecer conteúdo que seja consumível pelo mais variado público incluindo os deficientes visuais.

Nesse quesito o áudio é uma ferramenta poderosa que nos faz viajar e consumi-lo em qualquer lugar.

Minha vida no projeto Jari

A história da minha vida passa pela projeto Jari. Uma região entre o Pará e o Amapá que vive de extração do caulim e da fabricação de celulose.

Família, conexão e caulim

 

Eu vivi por 10 anos no projeto Jari. Lá eu tive amigos, fortaleci a minha família e vivi histórias que contarei para os meus filhos.
Uma dessas histórias eu compartilho com vocês agora.

Descubra como minha família chegou ao Jari, como ela se tornou a primeira rede social que eu fiz parte e como começou a nossa conexão com um minério muito importante para nós: o caulim.

 

 

2 comentários sobre “Rede social, família e a minha conexão com o caulim”

  1. Legal, amigo! Vou adorar acompanhar. Tive uma relação entre família e Caulin também, a gente acompanhava o abastecimento dos navios do barco do meu pai, em Monte Dourado. Uma lembrança bem viva.

    Beijos

    1. Que bacana! Eu lembro que na escola a gente brincava com o nome de um navio que abastecia com caulim, acho que era alemão, era o Gerbug. A gente fazia piada quinta série com nome dele. kkkkkk

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